fbpx
                       
Uma senha sera enviada para seu e-mail

Finanças do meu familiar com Doença de Alzheimer: como lidar?

Dinheiro, dinheiro, dinheiro: é sempre sobre o dinheiro

Muitas brigas e tensões familiares são centradas em questões sobre o dinheiro: quem tem, quem não tem, como é gasto, como é decidido ser gasto, quais são os problemas familiares do passado e os de agora em relação ao dinheiro. É desafiador lidar com a complexidade de emoções sobre os pais, doenças, envelhecimento e morte e, algumas vezes, essas emoções surgem em conflitos sobre o dinheiro.

Quando a pessoa que necessita de cuidados não tem demência, ele ou ela tem o direito de tomar decisões, inclusive se forem más decisões. Isso significa que eles podem tomar medidas aparentemente irracionais sobre dinheiro e como gastá-lo ou não gastá-lo. É muito difícil para um cuidador aceitar isso, pois sempre queremos ajudar a fazer as coisas certas e tomar decisões lógicas.

Além disso, os cuidadores se preocupam em ter que “juntar os cacos” e resolver os problemas que possam surgir se o dinheiro não for administrado criteriosamente. Cada família tem dificuldade com esse tema à sua maneira. Conduzir uma reunião familiar, com a ajuda de uma pessoa externa como um padre, um pastor, um advogado, um assistente social ou um médico, pode ajudar a família a se unir, ao invés de se separar devido a esses problemas.

E mais, independente se tem demência ou não, idosos podem estar sujeitos à influência indevida. Pessoas que fazem amizade com eles podem achar um caminho nos seus corações – e nos seus bolsos – o que pode levar a pessoa idosa a ser extremamente generosa usando sua poupança. Manter atenção sobre as finanças do seu idoso pode ajudar a perceber qualquer movimentação inadequada de dinheiro.

Se seus pais têm demência devido a uma doença de Alzheimer, acidente vascular ou alguma outra condição, eles precisam de maior supervisão para ter certeza de que as finanças deles estão sendo administradas adequadamente. A ajuda se faz necessária agora, porque depois pode não ser mais possível tomar decisões lógicas, racionais e razoáveis.

E, considerando que a demência vai piorando com o tempo, processos e rotinas precisam ser estabelecidos o mais rápido possível para que alguém possa administrar as finanças durante o curso da doença. É mais fácil fazer isso enquanto a pessoa que necessita de cuidados ainda é capaz de compreender e assinar os documentos necessários para dar poderes ao cuidador ou um responsável legal. Se isso não for realizado em tempo, corre-se o risco de ser necessário entrar com um processo judicial para se tornar um tutor, o que é mais caro, além de emocionalmente desgastante e demorado.

Se um planejamento jurídico não tiver sido iniciado, converse com um advogado de família para ajudar a documentar a vontade do idoso, assim poderá ser resolvido sem problemas no momento certo. A Plug and Care, pensando em te ajudar, disponibiliza gratuitamente um Guia Jurídico: Curatela, Planejamento Sucessório e Diretivas Antecipadas de Vontade e no nosso e-shop um serviço especializado em Curatela.

Plug And Care – Conectando o cuidar
Conheça o nosso aplicativo