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Vários são os pontos que devemos esclarecer em relação ao papel que o dinheiro tem em nossas vidas.

Todos nós temos gatilhos emocionais quando falamos sobre dinheiro. Isso envolve diferentes questionamentos. Dinheiro é equivalente ao amor? Alguém ganha mais dinheiro porque necessita ou porque é favorito? Os pais deram suporte financeiro a um dos irmãos durante todos esses anos? O que acontecerá a esse irmão quando os pais não puderem mais ajudar?

E as indagações não param por aí. Se um pai não deixar que o cuidador familiar supervisione as suas finanças, isso poderá gerar um sentimento de desconfiança no cuidador familiar ou até de ser tratado como uma criança. Deveria uma herança ser dividida igualmente ou dada para quem mais necessitar ou ainda para quem fez a maior parte do trabalho?

E quando não há muito dinheiro, pode haver sentimentos de raiva e ressentimento sobre a sensação de que os pais colocaram as “crianças adultas” numa situação difícil. E, caso haja muito dinheiro, a cobiça pode se tornar um fator motivacional na tomada de decisões.

Normalmente as famílias se dividem entre quem gerencia o dinheiro e quem provê os cuidados. Isto coloca o cuidador na posição de ter que solicitar o dinheiro a pessoa que gerencia o dinheiro, e este o controlará sobre como é gasto. Esta situação pode resultar em tensões e desentendimentos familiares. Mas se as ações entre o familiar cuidador e o familiar que gerencia o dinheiro for feito em comum acordo será uma ótima e saudável solução.

 Comentários e perguntas frequentes sobre esse momento da vida

Listamos algumas situações que tradicionalmente fazem parte da rotina daqueles que convivem com a chegada à velhice de um membro da família:

  • “Ah, se meus pais tivessem sido mais econômicos…”
  •  “Eu sempre fui o mais responsável e agora você está ganhando a mesma porção da herança que eu?”
  • “Papai foi tão irresponsável em não ter planos para seu envelhecer ou para enfrentar as doenças, agora eu tenho que pensar em como resolver tudo isso.”
  • “Como eu posso respeitar o desejo de mamãe não estar num residencial de idosos se ela não tem dinheiro para contratar ajuda extra em casa?”
  • “Se nós trouxermos papai para morar conosco, podemos cobrar um aluguel para compensar as nossas despesas adicionais? Como meus irmãos irão se sentir se fizermos isso?”
  • “Como eu posso fazer mamãe gastar o dinheiro dela com os seus cuidados agora, ao invés de fazer ela pensar que precisa continuar poupando para o futuro?”
  • “A minha irmã mais rica não deveria pagar mais pelos cuidados com a mamãe, já que eu não tenho muito dinheiro?”
  • “Você irá nos enviar todos os extratos bancários, uma vez que está supervisionando as finanças deles? Nós queremos saber para onde o dinheiro deles está indo.”
  • “Eu preciso de um descanso da função de cuidador(a). Você poderia usar uma parte do dinheiro deles para pagar alguém para olhar a mamãe por um final de semana para que eu possa me afastar?”
  • “Nós estamos pagando por um cuidador para estar com o papai três vezes por semana. Você poderia fazer um turno em um dos outros dias? Se não, você poderia pagar mais para cobrir os custos do cuidador?”
  • “A mamãe tinha um investimento com valor de mais de R$ 100 mil. O que houve com ele?”

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